segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Pedagogia Empreendedora

                    Visando a melhoria da classe trabalhadora nos aspectos intelectual, moral e físico, surge nos anos 70 a pedagogia empresarial, que tem por objetivo ajudar os trabalhadores com as dificuldades encontradas por eles dentro da empresa, que já não estavam atendendo às demandas do mercado, a partir de um processo de formação profissional dentro do próprio local de trabalho.Com isso a pedagogia deixa de ser restrita a apenas espaços e ambientes escolares, dando segmentos á outras formas de ensino/aprendizagem.

                 O pedagogo busca trabalhar com a formação do sujeito, a identidade profissional, para isso ele tem que conhecer bem o lugar em que ele está inserido, visando encontrar as falhas e trabalhar sempre com o foco no crescimento pessoal dos funcionários, viabilizando o trabalho coletivo e  proporcionado atividades onde os trabalhadores possam mostrar suas habilidades, como por exemplo os jogos cooperativos onde o intuito é promover a socialização, ensinando a trabalhar em parceria, tendo como objetivo gerar mudanças no comportamento das pessoas de modo que estas melhorem tanto a qualidade da sua atuação profissional quanto pessoal.

 Portanto, segundo Chiavenato: 
      Desenvolver pessoas não é apenas dar-lhes informação para que elas aprendam novos conhecimentos, habilidades e destrezas e se tornem mais eficientes naquilo que fazem. É, sobretudo, dar-lhes a formação básica para que elas aprendam novas atitudes, soluções, idéias, conceitos e que modifiquem seus hábitos e comportamentos e se tornem mais eficazes naquilo que fazem. Formar é muito mais do que simplesmente informar, pois representa um enriquecimento da personalidade humana. (1999, p. 290).

                    Muitas empresas já reconhecem a importância de um pedagogo dentro desse espaço e veem significantemente as melhorias proporcionadas por esse trabalho onde, para elas a vantagem é manter os funcionários bem qualificados, motivando-os a crescer e produzir mais dentro do local de trabalho, e também na vida pessoal. 
Deixo um vídeo como reflexão de que podemos construir empresas onde se tenha senso crítico para estar sempre mudando, transformando e planejando, sempre em prol do crescimento pessoal e intelectual de seus funcionários.

                                                            Claudinéia Alves da Costa

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Vida Maria






A partir da observação e análise do vídeo “VIDA MARIA”, chegamos à compreensão de que o processo de educação de uma pessoa  não está ligado apenas ao ensino que esta adquire dentro da escola, mas à maneira como ela vive, desde que nasce, nas relações e aprendizados que têm com as pessoas e com o  seu meio social, através da vivência de situações práticas, passadas através das gerações.Também a forte ação que esta educação exerce sobre elas. 
Para valorizar a importância e a força que essa educação tem na vida destas pessoas, o vídeo mostra o interesse e o desejo de alguns membros da família de Maria pelo  ensino, quando estes começam  a aprender a ler e escrever por sua própria conta e até mesmo escondido. Isto também é algo que se repete dentro da família, mas ao perceber a distância que existe entre  ensino  e a realidade em que vivem, acabam desistindo. 
É claro que para se oferecer  ensino a estas pessoas, é  relevante valorizar essa educação construída por eles ao longo de suas vidas, pois só através da relação que fizerem  entre aquilo que faz parte das suas experiências e os conteúdos oferecidos pela escola, poderão encontrar significado essa nova construção.Também  é preciso levar em conta as características do lugar em que vivem, seus costumes, sua cultura, etc.
A representação de um pequeno trecho da vida de “Maria”, nos dá  a compreensão da situação de todas as mulheres que são discriminadas e excluídas  na sociedade, através dos tempos e a maneira como são silenciadas, sem o direito de manifestar nenhum tipo de reação às opressões que sofrem.  E não é no silêncio que as pessoas  se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão. 
E não podemos dizer que se trata de conformismo da parte delas, mas sim da negação por parte da sociedade, dos seus  direitos  básicos; direitos esses que desconhecem totalmente. 

Paulina Silveira

Rubens Alves - O Prazer da leitura

Alfabetizar é ensinar a ler. A palavra alfabetizar vem de “alfabeto“. “Alfabeto“ é o conjunto das letras de uma língua, colocadas numa certa ordem. É a mesma coisa que “abecedário“. A palavra “alfabeto“ é formada com as duas primeiras letras do alfabeto grego: “alfa“ e “beta“. E “abecedário“, com a junção das quatro primeiras letras do nosso alfabeto: “a“, “b“, “c“ e “d“. Assim sendo, pensei a possibilidade engraçada de que “abecedarizar“, palavra inexistente, pudesse ser sinônima de “alfabetizar“...

“Alfabetizar“, palavra aparentemente inocente, contém uma teoria de como se aprende a ler. Aprende-se a ler aprendendo-se as letras do alfabeto. Primeiro as letras. Depois, juntando-se as letras, as sílabas. Depois, juntando-se as sílabas, aparecem as palavras...

E assim era. Lembro-me da criançada repetindo em coro, sob a regência da professora: “be a ba; be e be; be i bi; be o bo; be u bu“... Estou olhando para um cartão postal, miniatura de um dos cartazes que antigamente se usavam como tema de redação: uma menina cacheada, deitada de bruços sobre um divã, queixo apoiado na mão, tendo à sua frente um livro aberto onde se vê “fa“, “fe“, “fi“, “fo“, “fu“... (Centro de Referência do Professor, Centro de Memória, Praça da Liberdade, Belo Horizonte, MG.)

Se é assim que se ensina a ler, ensinando as letras, imagino que o ensino da música deveria se chamar “dorremizar“: aprender o dó, o ré, o mi... Juntam-se as notas e a música aparece! Posso imaginar, então, uma aula de iniciação musical em que os alunos ficassem repetindo as notas, sob a regência da professora, na esperança de que, da repetição das notas, a música aparecesse...

Todo mundo sabe que não é assim que se ensina música. A mãe pega o nenezinho e o embala, cantando uma canção de ninar. E o nenezinho entende a canção. O que o nenezinho ouve é a música, e não cada nota, separadamente! E a evidência da sua compreensão está no fato de que ele se tranquiliza e dorme – mesmo nada sabendo sobre notas! Eu aprendi a gostar de música clássica muito antes de saber as notas: minha mãe as tocava ao piano e elas ficaram gravadas na minha cabeça. Somente depois, já fascinado pela música, fui aprender as notas – porque queria tocar piano. A aprendizagem da música começa como percepção de uma totalidade – e nunca com o conhecimento das partes.

Isso é verdadeiro também sobre aprender a ler. Tudo começa quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as palavras que fascinam. É a estória. A aprendizagem da leitura começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê e a criança escuta com prazer. “Erotizada“ – sim, erotizada! – pelas delícias da leitura ouvida, a criança se volta para aqueles sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los, compreendê-los – porque eles são a chave que abre o mundo das delícias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da pessoa que o está lendo.

No primeiro momento as delícias do texto se encontram na fala do professor. Usando uma sugestão de Melanie Klein, o professor, no ato de ler para os seus alunos, é o “seio bom“, o mediador que liga o aluno ao prazer do texto. Confesso nunca ter tido prazer algum em aulas de gramática ou de análise sintática. Não foi nelas que aprendi as delícias da literatura. Mas me lembro com alegria das aulas de leitura. Na verdade, não eram aulas. Eram concertos. A professor lia, interpretava o texto, e nós ouvíamos extasiados. Ninguém falava. Antes de ler Monteiro Lobato, eu o ouvi. E o bom era que não havia provas sobre aquelas aulas. Era prazer puro. Existe uma incompatibilidade total entre a experiência prazerosa de leitura – experiência vagabunda! – e a experiência de ler a fim de responder questionários de interpretação e compreensão. Era sempre uma tristeza quando a professora fechava o livro...

Vejo, assim, a cena original: a mãe ou o pai, livro aberto, lendo para o filho... Essa experiência é o aperitivo que ficará para sempre guardado na memória afetiva da criança. Na ausência da mãe ou do pai a criança olhará para o livro com desejo e inveja. Desejo, porque ela quer experimentar as delícias que estão contidas nas palavras. E inveja, porque ela gostaria de ter o saber do pai e da mãe: eles são aqueles que têm a chave que abre as portas daquele mundo maravilhoso! Roland Barthes faz uso de uma linda metáfora poética para descrever o que ele desejava fazer, como professor: maternagem: continuar a fazer aquilo que a mãe faz. É isso mesmo: na escola, o professor deverá continuar o processo de leitura afetuosa. Ele lê: a criança ouve, extasiada! Seduzida, ela pedirá: “Por favor, me ensine! Eu quero poder entrar no livro por conta própria...“

Toda aprendizagem começa com um pedido. Se não houver o pedido, a aprendizagem não acontecerá. Há aquele velho ditado: “É fácil levar a égua até o meio do ribeirão. O difícil é convencer a égua a beber“. Traduzido pela Adélia Prado: “Não quero faca nem queijo. Quero é fome“. Metáfora para o professor: cozinheiro, Babette, que serve o aperitivo para que a criança tenha fome e deseje comer o texto...

Onde se encontra o prazer do texto? Onde se encontra o seu poder de seduzir? Tive a resposta para essa questão acidentalmente, sem que a tivesse procurado. Ele me disse que havia lido um lindo poema de Fernando Pessoa, e citou a primeira frase. Fiquei feliz porque eu também amava aquele poema. Aí ele começou a lê-lo. Estremeci. O poema – aquele poema que eu amava – estava horrível na sua leitura. As palavras que ele lia eram as palavras certas. Mas alguma coisa estava errada! A música estava errada! Todo texto tem dois elementos: as palavras, com o seu significado. E a música... Percebi, então, que todo texto literário se assemelha à música. Uma sonata de Mozart, por exemplo. A sua “letra“ está gravada no papel: as notas. Mas assim, escrita no papel, a sonata não existe como experiência estética. Está morta. É preciso que um intérprete dê vida às notas mortas. Martha Argerich, pianista suprema (sua interpretação do concerto n. 3 de Rachmaninoff me convenceu da superioridade das mulheres...) as toca: seus dedos deslizam leves, rápidos, vigorosos, vagarosos, suaves, nenhum deslize, nenhum tropeção: estamos possuídos pela beleza. A mesma partitura, as mesmas notas, nas mãos de um pianeiro: o toque é duro, sem leveza, tropeções, hesitações, esbarros, erros: é o horror, o desejo que o fim chegue logo.

Todo texto literário é uma partitura musical. As palavras são as notas. Se aquele que lê é um artista, se ele domina a técnica, se ele surfa sobre as palavras, se ele está possuído pelo texto – a beleza acontece. E o texto se apossa do corpo de quem ouve. Mas se aquele que lê não domina a técnica, se ele luta com as palavras, se ele não desliza sobre elas – a leitura não produz prazer: queremos que ela termine logo. Assim, quem ensina a ler, isto é, aquele que lê para que seus alunos tenham prazer no texto, tem de ser um artista. Só deveria ler aquele que está possuído pelo texto que lê. Por isso eu acho que deveria ser estabelecida em nossas escolas a prática de “concertos de leitura“. Se há concertos de música erudita, jazz e MPB – por que não concertos de leitura? Ouvindo, os alunos experimentarão os prazeres do ler. E acontecerá com a leitura o mesmo que acontece com a música: depois de ser picado pela sua beleza é impossível esquecer. Leitura é droga perigosa: vicia... Se os jovens não gostam de ler, a culpa não é deles. Foram forçados a aprender tantas coisas sobre os textos - gramática, usos da partícula “se“, dígrafos, encontros consonantais, análise sintática –que não houve tempo para serem iniciados na única coisa que importa: a beleza musical do texto literário: foi-lhes ensinada a anatomia morta do texto e não a sua erótica viva. Ler é fazer amor com as palavras. E essa transa literária se inicia antes que as crianças saibam os nomes das letras. Sem saber ler elas já são sensíveis à beleza. E a missão do professor? Mestre do kama-sutra da leitura...
 
 
Disponivel em:http://www.rubemalves.com.br/oprazerdaleitura.htm
Acessado em: 09/11/2011

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

RESENHA:

 AVENTURA PEDAGÓGICA

"Educar é sempre uma aposta no outro. Ao contrário do ceticismo dos que querem "ver para crer", costuma-se dizer que o educador é aquele que buscará sempre "crer para ver". De fato, quem não apostar que existem nas crianças e nos jovens com quem trabalhamos qualidades que, muitas vezes, não se fazem evidente nos seus atos, não se presta verdadeiramente, ao trabalho educativo." (Antonio Carlos Gomes da Costa).


No livro Aventuras pedagógicas, Antônio Carlos Gomes da Costa, traz relatos da sua experiência e vivência na Fundação Estadual do Bem-Estar de Minas Gerais feminina, que atende crianças e adolescentes infratoras. São relatos das atividades pedagógicas ali realizadas, em contraponto a todas as dificuldades que ocorrem naquele espaço. O livro é um diário onde ele escreve sobre as práticas exercidas na Fundação, pelos educadores e pelas educandas, aonde ele vai fazendo análises e questionamentos sobre todo o processo de ensino aprendizagem.
Trago neste artigo, considerações e reflexões sobre três capítulos, que demonstram claramente como se dá a educação para com essas meninas, são eles: Educação, Tempo e Liberdade.
A proposta que Antônio Carlos traz em seu trabalho é uma educação diretiva, critica e democrática, ou seja, as relações de poder são delimitadas de forma clara, onde tanto educadores como educandas reconhecem seus direitos e deveres, mas ao mesmo tempo há democracia no sentido de que ambas as partes têm voz no âmbito educacional e têm espaço par colocarem seus pontos de vista.

Para nós, educar é criar espaços para que o educando, situado organicamente no mundo, empreenda, ele próprio, a construção de seu ser em termos individuais e sociais.(p. 63)

O educador deve criar os espaços e as condições para que o aprendizado e a educação aconteçam, articulando espaço, tempo, coisas e pessoas, para que o educando cada vez se assuma como sujeito responsável e com compromisso. O educando deve ser possibilitado a contextualizar-se, se distanciando criticamente das circunstancias determinantes que ele viveu antes de estar no espaço educacional da FEBEM, tornando-se autor do seu processo de aprendizagem, e não simplesmente ator. Antonio Carlos ressalta que: “ O papel do educando é educar-se e o do educador é ajuda-lo nessa tarefa” (p. 64)
Na Fundação, eles não trabalham com o método de que se o jovem caiu ele deve levantar-se sozinho, pois dessa maneira o educando perde o foco, pois passa a maior parte do tempo se culpando, criando assim dificuldade de avançar e de confiar em si mesmo. Quando o jovem consegue enxergar sua realidade de forma critica, ele trabalha melhor seu sentimento de culpa e os outros sentimentos que o cercam, permitindo-se superar as posturas que por vezes lhes foram impostas pela sociedade.

Tínhamos de falar primeiro pelos atos, para, depois, falar pelas palavras.(...) Substituir parcialmente o discurso das palavras pelo curso concreto dos acontecimento.(p. 66)

Outra característica da prática pedagógica aderida pela Fundação, foi a criação de acontecimentos que levassem para as alunas a mensagem pedagógica que queria ser transmitida, pois com o tempo, foi-se percebendo que as meninas davam mais atenção para as atitudes mostradas do que simplesmente falada, e quando isso foi constatado, iniciou uma nova forma de trabalho, onda tinham festas, assembléias, organização da biblioteca, e tantas outras atividades que levavam as meninas a criarem responsabilidade e compromisso com a educação e ao mesmo tempo as divertia, sem precisar que isso fosse falado o tempo todo, e a partir de então o diálogo se tornou possível.
Vale ressaltar e lembrar, que as meninas de quem falamos, eram meninas infratoras, mas que nem por isso são rotuladas dessa forma, pois se acredita que não se deve supervalorizar o passado dessas alunas para explicar o presente e o futuro, e sim que o passado deve apenas ser compreendido pelo educador para que este não venha exigir das meninas algo antes de compreender a sua situação já vivida. As meninas são vistam como um conjunto de potencialidades, que são consideradas pelo que podem ser, e não pelo que foram.
Quanto à liberdade, Antonio Carlos deixa claro que as exigências, normas, deveres e até as punições são necessárias, pois é preciso se estabelecer delimitações. Quando ele se refere a liberdade, deixa claro que a hierarquia e as relações de poder existem, o educador tem um poder sobre sua sala, pois ele deve a conduzir, mas essas relações não acontecem de forma autoritária, e os educandas tem vez e voz para se colocarem e fazerem valer o seu ponto de vista. A relação entre educador-educando deve ser compreendida, e cada um deve saber seus direitos e deveres.
Essa liberdade foi construída entre os educadores e as educandas, e par isso foi preciso dois aspectos importantes: ousadia e precaução.
Ousar, quando confiavam às meninas o direito de ir e vir, participar da vida da cidade, saírem a noite, namorar e ter amizade entre os rapazes da comunidade, para que elas desenvolvessem a vida afetiva. Mas por outro lado tiveram que criar o Guia da Educanda, que continha normas e regras a serem cumpridas, introduzi-las nas reuniões e assembléias para resolução de problemas, para que elas fossem criando a liberdade em conjunto com o educador.
Os relatos que o autor traz no livro, nos fazem refletir sobre nossa futura prática dentro de sala de aula, e isso é uma necessidade constante. Os relatos são de uma FEBEM, mas trazem considerações importantes sobre qualquer prática pedagógica, em qualquer ambiente educacional, pois independente de onde vamos exercer nossa função de educador, sempre encontraremos a diversidade de culturas e de realidade entre os alunos, e lidar com isso não é um tarefa fácil, mas devemos romper com modelos excludentes e discricionários que sociedade e a mídia impõem, e buscar uma educação que atenda a todas as necessidades.

THALITA JENIFER DE MELO


Referência:

COSTA, Antônio Carlos da. Aventura Pedagógica. Editora Columbia Cultural. 1990. 150 pg.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Fordismo, Taylorismo, Toyotismo

A partir do surgimento da revolução industrial que se viu a necessidade de novos sistemas de produção, devida ao aumento da demanda do mercado as empresas procuraram meios de se organizarem, a partir disto surgiram os sistemas Taylorista, Fordista e Toyotista.
O sistema Taylorista surgiu logo após a revolução industrial com sua principal caracteristica voltada a organização do trabalho, tendo em mente a ideia de aproveitar melhor o tempo de cada funcionario, exigindo que dessem o melhor de si evitando o esperdicio de tempo e de materia prima.
Logo após temos o sistema Fordista que e baseava em dividir as funções dentro de uma fabrica, sendo duas estas divisões: a do planejamento e a da execução, Henry Ford buscou a partir deste pensamento não somente realizar estas divisões mas tambem cercar-se dos melhores profissionais para planejar sua industria e administra-la, dessa forma surgem as fabricações em serie.
Já no sistema Toyotista vemos um gerenciamento que visa otimizar a organização do trabalho de forma a atender as necessidades do cliente no menor prazo possivel. este sistema visa tambem envolver toda a empresa no processo d eprodução integrando todas as areas, fazendo com que gere um sistema de produção enxuta, o sitema Toyotista preve dessa forma a eliminação completa de toda e qualquer perda.
vemos que ambos os sistemas foram revolucionarios em sua epoca, mas tambem o são hoje pois ainda vemos estes sistemas sendo muito utilizados hoje em dias em grandes empresas. 

Pensando nestes sistemas à partir da pedagogia vemos que não lidamos com teorias e práticas, mas sim com  pessoas e como elas realmente são e não devemos ve-las como "quantidades" que simplesmente produzem e,  pensar no ser humano faz toda a diferença para que se sintam parte do processo e tambem que sejam respeitados em suas diferenças e dificuldades.
                                                                            Glenda Santana